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MONITOR 2017

PERTURBATOR ARE THE SEVENTH ACT ANNOUNCED FOR ENTREMURALHAS 2017

“METADE HUMANO, METADE SINTETIZADOR” – É ASSIM QUE DEFINEM UM DOS MAIS FAMOSOS PROJECTOS DE SYNTHWAVE DO MUNDO

PERTURBATOR é James Kent, um prodigioso músico e compositor sedeado em Paris, filho de dois jornalistas especializados em crítica rock – o britânico Nick Kent (NME, The Face, Sunday Times, Spin, Vox, Les Inrockuptibles) e a francesa Laurance Romance (M6, Libération) que, em jovens, tiveram uma banda techno/trance. Esse facto foi determinante para que James fosse alimentando uma paixão quase assolapada pelos sintetizadores. As outras paixões do músico são os anos 80 e toda a sua iconografia cinemática (com John Carpenter à cabeça), a cultura cyberpunk (e filmes como “Akira”, “Ghost In The Shell” e “The Running Man”) e também as atmosferas “trágicas” e “sinistras” que se reflectem nas capas dos seus discos e nas linhas melódicas de grande parte das suas composições, ao que não deverá ser alheio o facto de James ter sido guitarrista de algumas bandas de black-metal, género do qual é também fã confesso. O “boom” de PERTURBATOR deu-se a partir de 2012 quando vários dos seus temas integraram o jogo de computador “Hotline Miami”. Desde então tem sido imparável, tornando-se numa das referências maiores do synthwave a nível mundial. Os seus discos são editados em vários formatos limitados e tornam-se rapidamente em peças cobiçadas pelos mais fervorosos coleccionadores. Os seus espectáculos ao vivo, com um jogo de luz soberbo e som potente e cristalino, têm frequentemente lotações esgotadas. E é isso que se espera que venha a acontecer quando no dia 25 de Agosto subir ao Palco Corpo para encerrar o segundo dos três dias do ENTREMURALHAS 2017!

RIYL: Carpenter Brut, Gost, Magic Sword, Dan Terminus, Kavinsky, Vitalic
TAGS: synthwave, 80’s dark synth music, vangelis, john carpenter, spooky, sci-fi horror movies, retro-futuristic

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NICOLE SABOUNÉ ARE THE SIXTH ACT ANNOUNCED FOR ENTREMURALHAS FESTIVAL 2017

NICOLE SABOUNÉ CONQUISTOU, COM A EXCELÊNCIA DE “MIMAN”, UM LUGAR ONDE SÓ AS DEUSAS TÊM LUGAR CATIVO.

A FADE IN descobriu a sueca NICOLE SABOUNÉ no tema “Last Rites” dos seus conterrâneos Agent Side Grinder (que se viriam a estrear em Portugal no ENTREMURALHAS 2015). Foi paixão à primeira audição e quando dissecámos os dois álbuns editados até agora ficámos com o desejo imediato de trazê-la, o quanto antes, ao Castelo de Leiria. A sueca de ascendência libanesa, que se apresenta ao vivo em formato quinteto, onde se inclui, por exemplo, Niklas Stenemo (vocalista dos Kite que tão brilhante concerto deram no ENTREMURALHAS 2016), tem na sua voz a grande magia, num timbre camaleónico, que tanto pode soar a Siouxsie Sioux, Lene Lovich, PJ Harvey, Lisa Gerrard ou Chelsea Wolfe. A música pop de reminiscências new-wave e post-punk do primeiro disco (“Must Exit” de 2014) transformou-se, no segundo (“Miman” de 2015 – entretanto reeditado em 2017 para o resto do mundo através da Century Media), num universo prodigioso, quase sagrado, que tem feito as delícias de quem procura algo contemporâneo e fresco na música de toada “pós-gótica”, e que tem colocado NICOLE SABOUNÉ no caminho da eternidade, onde só as deusas têm lugar cativo…

RIYL: Chelsea Wolfe, Savages, Darkher, Cocteau Twins, Siouxsie And The Banshees, Dead Can Dance, Mazzy Star
TAGS: new-wave, post-punk, post-goth, darkwave, ethereal pop, magical, gloomy, dream pop

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POSITION PARALLÈLE ARE THE FIFTH ACT ANNOUNCED FOR ENTREMURALHAS FESTIVAL 2017

ESTREIA EM PORTUGAL DO PROJECTO PARALELO DOS INCONTORNÁVEIS DERNIÈRE VOLONTÉ

Os franceses POSITION PARALLÈLE são formados por dois músicos de créditos firmados da cena alternativa europeia: Geoffroy Delacroix (voz, composição e mentor de Dernière Volonté – banda que se estreou em Portugal no Entremuralhas 2012) e pelo famoso fotógrafo gaulês Andy Julia (percussionista ao vivo de Dernière Volonté e vocalista dos Soror Dolorosa – banda que também já tem o seu nome inscrito na história do Entremuralhas, onde actuou em 2013). O duo, que assegura uma empolgante prestação ao vivo sobretudo devido à estilizada presença do seu front-man, apresentará no ENTREMURALHAS algumas das pérolas sonoras mais viciantes dos seus três álbuns (Position Parallèle de 2008; Neons Blancs de 2013; Un Garde à Vue de 2017). A música electrónica minimalista dos POSITION PARALLÈLE tem uma vincada componente pop e apresenta-se em formato canção de refrões orelhudos, onde se destaca uma voz apelativa, que se exprime em exclusivo na língua nativa. É neste particular que a banda se distingue entre as demais, ao povoar o seu território musical com uma certa aura neo-romântica onde uma poesia de reminiscências surrealistas emerge, facultando-nos aquele “je ne c’est quoi” que nos prende logo aos primeiros segundos…

RIYL: Dernière Volonté, Kraftwerk, Violence Conjugale, La Main, Étienne Daho, Lescop
TAGS: future retro synthpop, minimal wave, chanson, cold, surrealism

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SELOFAN ARE THE FOURTH ACT ANNOUNCED FOR ENTREMURALHAS FESTIVAL 2017

 OS VÁRIOS AMBIENTES MINIMALISTAS E GÉLIDOS DE UMA BANDA QUE SE SUPERA A CADA DISCO!

Dimitris Pavlidis e Joanna Badtrip formaram os SELOFAN em 2011 na cidade de Atenas onde também gerem a Fabrika Records – uma editora que muito tem contribuído para a revitalização da cena underground europeia – responsável pela edição de discos de bandas como Lebanon Hanover, Die Selektion ou She Past Away (todas se estrearam no nosso país em diferentes edições do ENTREMURALHAS). Como seria de esperar, a vinda dos SELOFAN ao Castelo de Leiria era expectável e aconteceria mais tarde ou mais cedo. Com três álbuns editados até à data, os SELOFAN são detentores de uma forte presença ao vivo, como ficou confirmado na sua estreia no nosso país quando em novembro de 2014 “A Comissão” os levou a subir ao palco da Caixa Económica Operária. Os SELOFAN apresentam-nos uma sonoridade electrónica, minimalista, gélida, como se em cada canção pretendessem homenagear o movimento seminal das canções maquinais que no início dos anos 80 transformaram alguma da new-wave em darkwave. Temas como “The Wheels Of Love”, “Should We Dance?”, “Love Is A Mental Suicide”, “A Whimper”, “Snakes” ou “In The Darkness” (o actual hit das pistas de dança mais arrojadas e esclarecidas do país) vão fazer as delícias dos revivalista do retro-futurismo e transformar a Igreja da Pena (já sobejamente habituada a estas epifanias) no local certo para essa celebração..

RIYL: Lebanon Hanover, Visage, The Cure, Xmal Deutschland
TAGS: darkwave, minimal wave, electro, synthwave

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BÄRLIN ARE THE THIRD ACT ANNOUNCED FOR ENTREMURALHAS FESTIVAL 2017

MÚSICA NOCTURNA, POVOADA DE TORMENTAS E FANTASMAS, MAS EXTRAORDINARIAMENTE REDENTORA…

“Uma mestiçagem demoníaca entre um voodoo encantatório e um post-rock terreno” – foi assim que a webzine Xsilence definiu o universo dos gauleses BÄRLIN. A frase, no entanto, teria ainda mais brilhantismo se aludisse o facto da banda ter também uma forte componente jazzística, sobretudo pela inclusão fantástica de um clarinete que tinge de alguma cor os quadros, quase sempre sorumbáticos, que os BÄRLIN vão pintando com a sua música. A tudo isto, e como se fosse insuficiente tão aprumado arrojo, junte-se duas voz – situadas algures entre os timbres de Wild Beasts e de Antony “Anohni” Hegarty – que nos fazem apaixonar (ainda mais) por este trio composto por Clément Barbier, Laurent Macaigne, Simon Thomy. Se Wim Wenders fizesse uma sequela de “Asas do Desejo” para voltar a retratar a cidade de Berlin a preto e branco os BÄRLIN estariam aptos a facultar-lhe a banda sonora perfeita. É, pois, como muito gosto, que os receberemos no ENTREMURALHAS.

RIYL: Tuxedomoon, Morphine, Tom Waits, And Also The Trees, Nick Cave
TAGS: low-rock, jazzistic, arty, nocturnal, black and white

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VOX LOW ARE THE SECOND ACT ANNOUNCED FOR ENTREMURALHAS FESTIVAL 2017

UMA FUSÃO PERFEITA ENTRE KRAUTROCK E MÚSICA ELECTRÓNICA DE TOADA SOMBRIA MAS DANÇÁVEL

Os VOX LOW têm sido um dos “segredos” mais bem guardados da nova música electrónica europeia, mas o festival ENTREMURALHAS encarregar-se-à de os consagrar em território nacional. O duo parisiense (que em palco se vai transformar num quarteto), formado por Benoit Raymond e Jean Christophe Coudrec, tem uma sonoridade híbrida de música electrónica e krautrock onde podemos sentir o minimalismo de uns Suicide ou o psicadelismo electro de uns Zombie Zombie. A voz sorumbática e grave, que nos lembra Sammy Birnbach (Minimal Compact) ou Blaine L. Raininger (Tuxedomoon) é, indiscutivelmente, a “cereja no topo bolo”. Os VOX LOW dizem-se influenciados por Bauhaus, Joy Division, The Cure, Can, Neu ou Klaus Schultze e já dividiram palcos com Fujiya & Miyagi, Automat, Camera, Clinic ou King Gizzard & The Lizard Wizard. Em Setembro de 2015 foram a grande atracção/revelação do festival Covenanza 2015 – um evento com organização e curadoria do mítico produtor e dj Andy Weatherall. A interpretação ao vivo de temas como “The Hunt”, “Something Is Wrong”, “Baby Brown” ou “Some Words Of Faith” vão mostrar, certamente, que os VOX LOW são mais uma prova de que a FADE IN continua a ousar surpreender e, ao mesmo tempo, a ser bem sucedida nesse objectivo.

RIYL: Suicide, Ascii.Disko, Föllakzoid, Zombie Zombie, Colder
TAGS: electronic, psychedelic old wave, krautrock, minimal, dark

 

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DEAR DEAR ARE THE FIRST NAME ANNOUNCED FOR ENTREMURALHAS FESTIVAL 2017

UMA DAS BANDAS MAIS EXCITANTES E EMERGENTES NA CENA POST-PUNK INDUSTRIAL DA ACTUALIDADE!

Papoi Sdioh e Cheshire Cat formaram os DEAR DEER em 2015 e em menos de dois anos garantiram o passaporte para o criterioso e selectivo festival ENTREMURALHAS. O duo, oriundo da cidade francesa de Lille, faz uma bombástica mistura sonora onde se deslindam elementos da música industrial, do noise, do post-punk e da no-wave nova-iorquina. Um baixo pulsante, uma guitarra abrasiva e duas vozes que se digladiam furiosamente, ora juntas ora à vez, completam o universo dos DEAR DEER (atenção, não confundir com os Dear Deër) cuja estética e energia já os levou a fazer primeiras partes de bandas como os The KVB ou os míticos Guerre Froide e Savage Republic. Os DEAR DEER são, provavelmente, e em termos sonoros, a banda que mais se aproxima do legado estético dos lendários Sleeping Dogs Wake da era de “Understanding” e “Threnody”. E isto, meus senhores, é um rasgado e sentido elogio que lhes queremos fazer!

RIYL: Sleeping Dogs Wake, Bestial Mouths, Savages
TAGS: post-punk, no-wave, noise, industrial

 

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